A 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, pediu o bloqueio dos valores que o ex-jogador e senador Romário Faria (PL-RJ) tem a receber pelos serviços prestados à CazéTV durante a Copa do Mundo de 2026.
A decisão foi tomada para quitar uma dívida de R$ 32,4 milhões que Romário é acusado de ter contraído depois de uma ação movida pela Koncretize Projetos e Obras Ltda. contra ele e sua empresa. O processo corre em segredo de Justiça. As informações são da jornalista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles.
Segundo a jornalista, a Justiça do Rio determinou que a CazéTV apresente todos os contratos firmados com o ex-jogador, além de outros documentos relacionados à contratação de Romário, como notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento.
A CazéTV ainda terá que esclarecer se algum contrato envolvendo o senador foi firmado por empresas parceiras. Caso a resposta seja positiva, precisará informar quem são os responsáveis pelos pagamentos.
O senador foi contratado pelo canal da LiveMode para cobrir a Copa nos Estados Unidos. Ele anunciou que decidiu devolver parte do salário correspondente ao período em que se afastou do plenário.
O Poder360 entrou em contato por e-mail com o gabinete do senador Romário sobre o assunto. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
Leia mais:
- Glauber cobra suspensão de salário de Romário durante a Copa
- Após críticas, Romário abre mão do salário de senador durante Copa
- Romário acompanha sessões do Senado à distância durante a Copa
Fonte: Poder 360









