A mudança do Reino Unido para filtrar fotos e mensagens desencadeia preocupações de criptografia para CISOs

Starmer não entrou em muitos detalhes, preferindo deixar que as empresas de tecnologia elaborassem seus próprios planos, mas neste caso os detalhes são importantes. Analistas e consultores disseram que tem havido uma pressão para que tudo aconteça no dispositivo, o que evitaria problemas de criptografia; se os dados inspecionados nunca saíssem do dispositivo, a proteção de criptografia permaneceria intacta.

Mas esse plano para que o processo permaneça no dispositivo parece altamente improvável por vários motivos. O primeiro problema são as capacidades do dispositivo e a idade do hardware. Embora os engenheiros da Apple e do Google trabalhem com os dispositivos mais recentes, grande parte da população do Reino Unido usa hardware muito mais antigo e menos capaz, disseram analistas.

Embora um telefone com 2, 3 ou 4 anos ainda possa ser capaz de lidar com a carga adicional, provavelmente sofreria uma desaceleração dramática suficiente para deixar os usuários decididamente insatisfeitos. Isso significaria que mesmo que a execução da análise de dados começasse no dispositivo, provavelmente teria que ser transferida para a nuvem por razões de desempenho. E uma vez transferido para a nuvem, o problema dos dados criptografados começa.

Tentar fazer essa verificação no dispositivo no Reino Unido falharia, disse Flavio Villanustre, CISO do LexisNexis Risk Solutions Group. “Isso tornará inutilizável a maioria dos dispositivos usados ​​atualmente no Reino Unido. Simplesmente não funciona no dispositivo.”

Fonte: Computer World

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