Para Vitacon, a Augusta é a nova Rebouças

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast – o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A incorporadora que não comprou terreno na Rua Augusta, em São Paulo, está prestes a perder a janela de oportunidade.

É essa a avaliação de Ariel Frankel, CEO da Vitacon, que atua no segmento de studios para alta renda e que está com quatro terrenos na via. A estimativa é que 80% das opções de áreas disponíveis já estejam comprometidas com projetos em andamento.

“A rua já está bem formatada para a mudança, que deve ficar mais visível conforme os prédios sejam entregues. [Antes] era uma via de passagem, que está se transformando na nova grande potência nobre da cidade”, afirmou Frankel em entrevista à Bloomberg Línea.

A expectativa do executivo é que a região tenha potencial de valorização semelhante ao que aconteceu na Avenida Rebouças após a mudança do Plano Diretor em 2014, o que permitiu maiores construções com incentivo a diversos usos, de residencial a serviços.

Já a Augusta foi incluída em uma revisão do mapa da Lei de Zoneamento em 2024, o que aumentou o potencial construtivo.

A Vitacon já tinha um empreendimento lançado na região antes da mudança no zoneamento. Com a alteração, a incorporadora aumentou a aposta na via, com outros três lançamentos no pipeline de 2026.

⇒ Leia a reportagem: ‘Efeito Rebouças’: Vitacon aposta na Augusta como novo eixo nobre de São Paulo

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta quarta-feira (15), enquanto investidores aguardam a confirmação de uma nova rodada de negociações no Oriente Médio. O petróleo WTI sobe mais de 1%.ㅤ

– Conflito desafia BCs. O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, disse em entrevista à Bloomberg News que uma guerra prolongada no Irã poderia forçar os bancos centrais a agir para conter a inflação. No Brasil, cortes na Selic seguem cautelosos e dependem do impacto do conflito sobre a inflação e as expectativas.ㅤ

– Crise no luxo. As vendas da Gucci caíram 8% no 1º trimestre, quase o dobro do esperado, pressionadas pela guerra no Oriente Médio, que afetou o turismo e derrubou receitas na região. Apesar de mudanças na liderança e estratégia, investidores aguardam sinais de recuperação da principal marca do grupo.ㅤ

– Futuro da guerra. O presidente dos EUA disse que o fim do conflito com o Irã está próximo e que pode não ser necessário estender o cessar-fogo de duas semanas negociado após quase seis semanas de combates. “Poderia terminar de qualquer maneira, mas acho que um acordo é preferível”, disse ele à ABC News.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Ações globais nesta quarta-feira (15) de março de 2026
🔘 As bolsas ontem (14/04): Dow Jones Industrials (+0,66%), S&P 500 (+1,18%), Nasdaq Composite (+1,96%), Stoxx 600 (+0,99%), Ibovespa (+0,33%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

JHSF paga US$ 160 mi pelo antigo Conrad de Punta del Este e reforça aposta no Uruguai

• Fundo saudita amplia participação para 20% na Sadia Halal, joint venture com a MBRF

Copa do Mundo impulsiona mercado imobiliário em Miami com alta demanda latina

• Também é importante: Fabricante do Ozempic fecha parceria com a OpenAI para acelerar pesquisa de remédios| Credores da Raízen pedem até 90% da empresa em troca de dívida, dizem fontes

• Opinião Bloomberg: Bloqueio de Ormuz por Trump pode levar os EUA a uma guerra longa sem enfraquecer o Irã

• Para não ficar de fora: Menu de até R$ 3 mil: como é jantar no 1º restaurante três estrelas Michelin em SP

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)



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