Balanço oficial registra 16.740 feridos, 1.284 réplicas e quase 18.000 pessoas sem moradia
O número de mortos pelos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 4.829, segundo balanço divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez (PSUV, esquerda), na 4ª feira (15.jul.2026). O país registra ainda 16.740 feridos e 17.907 pessoas desabrigadas.
Na comparação com o levantamento anterior, divulgado na 3ª feira (14.jul.2026), o número de mortos aumentou em 95, alta de 2%. Os totais de feridos, pessoas resgatadas, desabrigados e edifícios danificados permaneceram inalterados.
Houve redução de 107 para 106 no número de acampamentos temporários. A quantidade de pessoas nesses locais caiu de 20.903 para 20.857, uma diferença de 46.
Eis os principais números do balanço:
- mortos: 4.829;
- feridos: 16.740;
- resgatados: 6.462;
- famílias atendidas: 128.324;
- pessoas sem moradia: 17.907;
- edifícios afetados: 856;
- edifícios que desabaram: 190;
- pacientes atendidos: 34.872;
- réplicas registradas: 1.284.
As autoridades informaram que 10.063 toneladas de alimentos e 24,2 milhões de litros de água foram distribuídos. O volume de água supera em cerca de 2,5 milhões de litros o informado no levantamento anterior.
A operação mobiliza 30.989 agentes, 31.315 voluntários e 2.408 integrantes de equipes internacionais de resgate. O governo não detalhou quantas pessoas seguem desaparecidas.
Os tremores de magnitude 7,2 e 7,5 foram registrados com menos de 2 minutos de diferença em 24 de junho. O tipo de solo de parte das regiões atingidas e as condições das construções contribuíram para o nível de destruição.
O Brasil enviou 6 remessas de ajuda à Venezuela. Os 5 primeiros voos da FAB (Força Aérea Brasileira) transportaram equipes, equipamentos e insumos. A 6ª carga levou cerca de 6 toneladas de vacinas, medicamentos e outros materiais de saúde.
Fonte: Poder 360











