Embora o destino da First VPN pareça bem merecido, existem preocupações sobre tentativas mais amplas por parte de governos e autoridades policiais de reprimir os usuários de serviços VPN. Várias legislações tentaram implementar novas leis que restringem o acesso à Internet, em particular aquelas que procuram limitar o acesso de menores às redes sociais e outros sites considerados inadequados pelas autoridades. A Austrália já introduziu tal lei e o Reino Unido pretende seguir o exemplo. No entanto. Os fornecedores de VPNs reagiram, alegando que as suas ofertas são uma ferramenta vital na preservação da Internet como um serviço gratuito e aberto – e na garantia de atividades comerciais regulares para muitas empresas.
Em uma postagem recente no blog, a Mozilla disse: “Intervenções contundentes, como garantia de idade obrigatória e restrição de acesso a ferramentas como VPNs, não são eficazes para melhorar a proteção oferecida aos jovens online, ao mesmo tempo que prejudicam os direitos fundamentais de todos os usuários”.
Quaisquer restrições contra VPNs nos EUA provavelmente entrarão em conflito com a Primeira Emenda. As tentativas dos legisladores de proibir a sua utilização, como a proposta no Utah, parecem pouco susceptíveis de ter sucesso.
Fonte: Computer World












