O tempo de derrame já passou, e o trabalho árduo em outras palavras, os restos de parte mais desafiadores a serem finalizados para dar substância ao “reavivamento” da parceria franco-alemã. Para sua primeira troca pública na quarta -feira, 7 de maio, em Paris, o novo chanceler alemão, Friedrich Merz, e o presidente francês Emmanuel Macron, tiveram um prazer genuíno em encenar seu compromisso inicial.
“Emmanuel” e “Friedrich” enfatizaram sua “amizade” e “profundo apego” ao “presente” que é a cooperação franco-alemã, concordando com a necessidade de revivê-lo após anos de Aprodutivo quase forno sob o mandato de Olander Olaf Scholz. Foram feitos anúncios modestos, como o convento mais regular de um Conselho de Defesa Franco-Alemão, que já existe, e a promessa de cooperação mais profunda em vários campos, incluindo a defesa-BEYOND O Projeto de Aeronaves e Tanques Franco-Aleman ou mísseis de longa duração.
A tão esperada reunião foi ofuscada pelo difícil enfrentado pelo novo chanceler no dia anterior durante sua eleição no Bundestag, que exigiu dois votos sucessivos devido à falta de vitória no primeiro turno. Esse acidente, em parte devido a deserções em suas próprias fileiras, o enfraqueceu politicamente. Até o final da terça -feira, era incerto que o novo chanceler poderia viajar para Paris e Varsóvia no dia seguinte, como havia sido anunciado durante a semana. “Prometi que estaria aqui na hora”, brincou em inglês, cumprimentando Macron no Palácio Elysée na quarta -feira de manhã.
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Fonte: Le Monde













