Em março de 2023, a empresa concordou em alterar suas práticas de licenciamento em nuvem para evitar uma investigação antitruste da UE e, em julho de 2024, a Microsoft e a CISPE chegaram a um acordo que exigia que a empresa pagasse 20 milhões de euros (US $ 21,7 milhões) e desenvolvesse um novo produto, o Azure Local.
O Azure Local teria permitido aos membros executar o software Microsoft em suas plataformas a preços iguais aos da Microsoft. Era para incluir suporte de multitenância para cargas de trabalho do cliente, licenciamento de pagamento conforme o uso do SQL Server, virtualização ilimitada e infraestrutura de desktop virtual (VDI) para Windows e atualizações gratuitas de segurança.
Mas então, em maio deste ano, o European Cloud Collaboration Observatory (ECCO), que está fornecendo supervisão independente do acordo, constatou que “a Microsoft e a CISPE agora concordaram que o Azure Local não entregará o conjunto completo de recursos descritos no contrato”. A ECCO também descreveu a oferta da Microsoft como “decepcionante” e deu à empresa uma classificação âmbar, indicando que existem preocupações e ações corretivas foram propostas.
Fonte: Computer World












