seleções disputam título na Copa mais lucrativa da história

Bloomberg Línea — A Copa do Mundo da FIFA 2026 chega ao fim neste domingo (19) com a final entre Argentina e Espanha, duas campeãs mundiais, às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O estádio recebe o duelo que decide o título da maior edição da história do torneio. Pela primeira vez, 48 seleções vão ter disputado 104 partidas, espalhadas por três países (Estados Unidos, México e Canadá) ao longo de 40 dias.

A Argentina, de Lionel Messi, busca o tetracampeonato mundial. Atual campeã após a conquista no Catar, em 2022, a seleção já havia levantado a taça em 1978, como sede, e em 1986, no México, com a geração de Diego Maradona.

Já a Espanha tem um único título mundial, conquistado em 2010, na África do Sul, e tenta agora chegar ao bicampeonato.

Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail.

O Brasil, por sua vez, teve uma campanha de eliminação precoce. A seleção passou pelo Japão na fase de 16 avos de final, mas foi eliminada nas oitavas pela Noruega. Os dois gols da seleção norueguesa foram marcados pelo artilheiro Erling Haaland, prolongando o jejum de títulos mundiais do Brasil, que persiste desde 2002.

A edição de 2026 marcou uma virada no formato da competição. Com a expansão de 32 para 48 seleções, o torneio passou a incluir uma fase de 16 avos inédita, elevando o total de jogos e a duração. A mudança ampliou o acesso de seleções de confederações menores e reconfigurou as chaves eliminatórias.

Leia também: ‘Zebras’ nas semifinais da Copa ampliam ganhos das casas de apostas dos EUA

A FIFA avalia elevar o número de seleções para 64 na próxima Copa.

Copa de ouro

Na terra do esporte como negócio de ouro, a Copa do Mundo de 2026 deve se tornar a edição mais lucrativa da história. A FIFA estima arrecadar cerca de US$ 8,9 bilhões com a competição.

Para o período entre 2023 e 2026, a entidade tem previsão de receita para um recorde de US$ 13 bilhões.

Nas cidades dos jogos, os preços dos ingressos dispararam e movimentaram plataformas de revenda. Estratégias como a “pausa para hidratação” geraram receitas adicionais com anunciantes.

A edição deu palco para seleções que nunca tinham participado do torneio, resultando em números ainda mais diversificados de receitas.

–Com informações da Bloomberg News

Leia também:

Rivalidade fora de campo: Argentina x Inglaterra reacende disputa pelas Malvinas

Copa do Mundo expõe brecha tributária em mercados de previsão nos EUA



Bloomberglinea

Compartilhe este artigo