Ricardo Rocha comenta bastidores da Copa do Mundo de 1994

“No fim de abril, nós nos encontramos em Paris. Tanto a seleção quanto Senna eram tricampeões mundiais. Naquele dia, nós prometemos que conquistaríamos o tetra e ele se comprometeu a também se tornar campeão pela quarta vez na Fórmula 1”, lembra Rocha. “Infelizmente, dez dias depois de nosso encontro, Senna faleceu, mas nós cumprimos a promessa que tínhamos feito a ele.”

Rocha contou também que, após se lesionar já no primeiro jogo da Copa dos Estados Unidos, ele recebeu o diagnóstico que precisaria de três semanas de recuperação, o que inviabilizaria seu retorno aos campos. “Quando me machuquei, queria ir embora, mas os demais jogadores falaram: “Você vai se cuidar e vamos ser campeões'”, recorda. “Fiquei no banco, mas me tornei o elo entre os jogadores e a comissão técnica.”

Sobre a Copa de 2026, Rocha está otimista. “Toda Copa, a seleção que é apontada como favorita não ganha. O Brasil está desacreditado e acho que vamos virar o jogo e trazer o hexa”, aposta. “Vamos ser o primeiro país a ser campeão da Copa sob o comando de um técnico estrangeiro e o primeiro país a vencer uma Copa pela segunda vez no mesmo país.”

Fonte: UOL

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