Os britânicos, até agora aliados firmes de Israel, mudaram abruptamente seu tom nas últimas 48 horas, enquanto o governo de Benjamin Netanyahu continuava a bloquear quase a entrada da ajuda humanitária na faixa de Gaza. Na segunda -feira, 19 de maio, o primeiro -ministro trabalhista Keir Starmer juntou -se ao presidente francês Emmanuel Macron e ao primeiro -ministro canadense Mark Carney, condenando firmemente a expansão da guerra em Gaza e o sofrimento humano “intolerável” de palestinos deixados famintos pelo governo israelense, enquanto ameaçam as medidas concretas “concretas” de Life. Temos terça -feira, falando da Câmara dos Comuns, o secretário de Relações Exteriores David Lammy seguiu esses avisos anunciando a suspensão das negociações de agregação livre com Israel.
O governo de Starmer também anotou novas sanções contra os colonos na Cisjordânia, e o embaixador de Israel em Londres, Tzipi Hotovely, foi convocado pelo Ministério das Relações Exteriores. Lammy condenou o bloqueio como “moralmente aprimorável” e “intolerável” e disse que “deve parar”. Ele também descreveu as ligações do ministério de extrema-direita no gabinete de Netanyahu para “limpar Gaza” como “extremismo. É perigoso, é repelido, é monsroma”. No entanto, muitos deputados britânicos, de todo o espectro político, o criticaram por agirem muito tarde e não fazer o suficiente para salvar crianças palestinas. Numerosos legisladores trabalhistas acusaram Israel de “genocídio” e pediram a seu líder, Starmer, a impor uma suspensão total das vendas de armas britânicas a Israel e a reconhecer a Palestina.
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Fonte: Le Monde













