O presidente do Equador, Daniel Noboa, escapou ileso depois que sua carreata foi alicerada por protetores de chapas de pedra e o que um ministro descreveu como uma saraivada de tiros na terça-feira, 7 de outubro.
Noboa estava inaugurando uma estação de tratamento de água no Equador Central quando sua moto foi colocada por um grande grupo protestando contra os crescentes preços dos combustíveis. “Cerca de 500 pessoas apareceram e estavam jogando pedras nele, e obviamente também há marcas de bala no carro do presidente”, disse o ministro do Meio Ambiente Ines Manzano.
O vídeo divulgado pelo governo, filmado de dentro da moto, mostra manifestantes em pé na estrada, envoltos em bandeiras, lutando para coletar grandes pedras e tijolos. Enquanto o SUV presidencial passa, projéteis bateu nas janelas de painéis e rasgadas. Uma voz pode ser ouvida gritando: “Heads Down! Heads Down!” À medida que o veículo acelerava.
As autoridades disseram que ainda estavam investigando se algumas das marcas de impacto no Chevrolet Suburban, de Noboa, foram causadas por tiros.
Crescente agitação
O ataque ocorreu em meio a dias de manifestações cada vez mais violentas provocadas por uma decisão do governo de aumentar os preços do diesel.
Os protetores entraram em greve, bloquearam estradas e sequestraram 16 soldados – que onde acabaram lançados ilesos.
No domingo, a grande organização indígena do Equador relatou que a protesto havia sido morto por forças armadas, ousando um dos comícios. Entre protetores e serviços de segurança, acredita -se que mais de um povo caçado tenha sido folhado na agitação.
Noboa declarou um estado de emergência em várias províncias.
O presidente recentemente reeleito está tentando cortar subsídios a diesel para economizar cerca de US $ 1 bilhão em gastos do governo, desviando grande parte das economias para o financiamento da segurança.
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O Equador, já considerado uma das nações mais seguras da América Latina, viu um aumento dramático de violência nos últimos anos.
Estrategicamente localizado entre a Colômbia e o Peru – dois dos grandes produtores de cocaína do mundo, o Equador se tornou um grande centro de trânsito para narcóticos.
As autoridades acusaram as gangues de drogas de alimentar a agitação, sugerindo que grupos criminosos estão explorando os Protete para desestabilizar o país.
Estima -se que 70% do suprimento mundial de cocaína passasse pelo país, grande parte destinada aos Estados Unidos. O comércio possui uma atraente organização criminosa internacional, incluiu o México Cartel, Ndangheta da Itália e a Máfia da Albânia.
Noboa pediu um referendo para permitir o retorno das tropas dos EUA ao país, revogando uma proibição de 2009 ao básico estrangeiro.
O mundo com AFP
Fonte: Le Monde













