Em 7 de janeiro, duas semanas antes de seu retorno à Casa Branca, Donald Trump surpreendeu os europeus. O presidente americano não apenas ameaçou a Sixze Groenlândia – mesmo pela força – mas também pediu que o país da Europa Ocidental e o Canadá dediqueam 5% de seu produto interno bruto (PIB) à defesa. Na época, a solicitação parecia reclamada e absurda e inatingível. Seis meses depois, os 31 aliados dos Estados Unidos na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) agora nos preparamos para oferecer a Trump uma vitória diplomática.
Na mais recente reunião de ministros da Defesa na quinta -feira, 5 de junho, em Bruxelas, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, confirmou que aliados “muito próximos” de um agredo para anunciar na cúpula da OTAN em Haia, programada para 24 e 25 de junho. Atualmente, apenas dois terços dos Aliados dedicam pelo menos 2% do PIB a esse setor, uma meta que foi estabelecida em 2014.
Embora a linha do tempo para atingir esse alvo – que representa mais de € 1 trilhão em gastos adicionais para todos os aliados – ainda estava em discussão, com estimativas remar de cinco a 10 anos, o secretário -geral da OTAN, Mark Rutte, justificou esse esforço sem precedentes ao declarar “, também vivemos em um mundo de perigo”, citando não apenas a Rússia, que continuou a bombardeio.
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Fonte: Le Monde













