Nos dois lados do Reno, os diplomatas ficaram surpresos. Era difícil dizer onde Emmanuel Macron ou Friedrich Merz estavam mais ansiosos para a reunião. O presidente francês e o novo chanceler alemão, que estão programados para se reunir de manhã na quarta -feira, 7 de maio, em Paris – antes de Merz voar para Varsóvia algumas horas depois – ambas lutaram para conter seu entusiasmo sobre a perspectiva de trabalhar juntos.
As circunstâncias são, de fato, excepcionais: a Europa enfrenta a ameaça dupla de guerra ao flanco oriental, mais de três anos após a invasão da Rússia da Ucrânia e o desengatamento dos Estados Unidos, em um momento em que o livre comércio, o fundamento do projeto europeu, está sendo desafiado. O futuro da Europa repousa parcialmente na parceria francesa-alemã. “Ambos querem marcar a história”, disse um diplomata. A idéia de uma viagem à Normandia para uma foto das praias do Dia D, 80 anos após a capitulação do Terceiro Reich, foi até discuss. A imagem seria tão tão evocatada quanto a dos líderes François Mitterrand e Helmut Kohl de mãos dadas em Verdun em 22 de setembro de 1984.
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Fonte: Le Monde













