O Brasil se redescobre como um país de queijo

Carta de Minas Gerais

Para seu “cônjuge” da época, em 28 de março de 2024, o presidente Lula preparou um presente cuidadosamente pensado. No luxuoso ministro das Relações Exteriores do Brasil, ele recebeu seu colega francês Emmanuel Macron – uma reunião de raro calor, rapidamente apelidou de “casamento” pela imprensa. De repente, o brasileiro avançou, uma caixa nos braços. No interior, não havia camisa de Seleçao ou bota de cachaça, mas uma variedade não expedida de cinco cutelos brasileiros 100% brasileiros.

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O conjunto foi montado às pressas no dia anterior por Rosanna Tarsitano. “A presidência me ligou de manhã e me deu apenas algumas horas para finalizar uma lista!” Lembrou -se do falador fundador da Associação Brasil de Cheesemakers. O desafio foi significativo: “tivemos que encontrar produtos premiados representando a diversidade do Brasil”. No final, seis foram escolhidos, de Minas Gerais, São Paulo e até da Amazônia. “Estou convencido de que Emmanuel Macron irá aprender”, disse Lula, radiante.

“Este evento foi uma conquista, o culminar de décadas de esforço”, disse um tarsitano emocional. Queijo Brasileiro foi promovido como uma ferramenta de energia suave – sem precedentes, em um país cuja imagem está mais associada ao futebol e música que com produtos lácteos e onde o queijo de leite cru por muito tempo tinha uma má reputação. “Durante décadas, vivemos nas sombras e (com o preconceito)”, lembrou ela.

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Fonte: Le Monde

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