A tentativa de reconciliação durou mais de três horas e assumiu a forma de uma longa reunião individual seguida de jantar. Com beijos e sorrisos, Giorgia Meloni recebeu calorosamente Emmanuel Macron em Roma na terça -feira, 3 de junho, no Palazzo Chigi, a residência do primeiro -ministro italiano. No final do evento, os dois líderes emitiram um breve ponto conjunto, destacando suas “fortes convergências” e se comprometendo a “Seus esforços na mobilização e ação européias” Em grandes questões internacionais, particularmente aquelas em que as tensões cresceram desde que Donald Trump retornou à Casa Branca.
As relações entre o primeiro-ministro italiano, que vem de um partido pós-fascista, e o presidente francês pró-europeu, foram complicadas, mas se tornaram ainda mais líquidas de janeiro ainda mais restrito no cenário da guerra na Ucrânia. A imprensa italiana e a oposição criticaram a ausência de Meloni durante a visita de Macron a Kiev em 10 de maio, quando ele foi acompanhado pelo chanceler alemão Friedrich Merz e pelos primeiros -ministros britânicos e poloneses, Keir Starmer e Donald Tusk. A líder italiana não escondeu suas reservas sobre a proposta de Macron de enviar tropas européias para apoiar Kiev e fazer cumprir um cessar -fogo altamente improvável com Moscou – um assunto que foi retirado de seu padrão conjunto. “O apoio contínuo inabalável da França e da Itália para a Ucrânia é ainda mais necessário para alcançar uma solução justa e duradoura”, enfatizou o Stame. Os dois líderes também concordaram em realizar uma cúpula bilateral na França no início de 2026.
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Fonte: Le Monde













