Idrissa Gueye: O meio-campista do Everton expulsou o companheiro de equipe Michael Keane

Após o jogo, Gueye – que está em sua segunda passagem pelos Toffees – pediu desculpas nas redes sociais.

“Quero primeiro pedir desculpas ao meu companheiro de equipe Michael Keane”, escreveu ele. “Assumo total responsabilidade pela minha reação.

“Também peço desculpas aos meus companheiros, à comissão técnica, aos torcedores e ao clube.

“O que aconteceu não reflete quem eu sou ou os valores que defendo. As emoções podem aumentar, mas nada justifica tal comportamento.

“Vou garantir que isso nunca aconteça novamente.”

Moyes disse que os companheiros de Gueye aplaudiram quando o jogador ficou na frente do grupo e pediu desculpas.

“Grande o suficiente para se levantar e dizer que cometeu um erro. Aceitei, todos seguimos em frente”, acrescentou o escocês.

O Match Center da Premier League postou no X após a expulsão de Gueye: “O cartão vermelho do árbitro para Gueye por conduta violenta foi verificado e confirmado pelo VAR – com a ação considerada um golpe certeiro no rosto de Keane.”

A lei sobre conduta violenta define crime de expulsão como golpear um oponente ou qualquer outra pessoa, na cabeça ou no rosto, com a mão ou o braço, a menos que a força utilizada tenha sido insignificante.

No entanto, o técnico do United, Ruben Amorim, discordou do cartão vermelho de Gueye.

“Podemos lutar com os companheiros”, disse o português. “Sei que é uma conduta violenta porque o árbitro explicou, mas não concordo.”

De acordo com a Opta, é apenas a terceira vez registrada (desde 2000-01) que um jogador é expulso na Premier League por entrar em conflito com seu próprio companheiro de equipe, depois de Lee Bowyer e Kieron Dyer – pelo Newcastle contra o Aston Villa em 2005 – e Ricardo Fuller com Andy Griffin pelo Stoke em 2008 contra o West Ham.

Fonte: BBC – Esporte Internacional

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