Os parceiros comerciais da América conhecerão finamente seu destino. Após três meses de negociações de Stormy, os Estados Unidos devem anunciar, em 9 de julho, novos acordos comerciais com as principais economias do mundo. O presidente Donald Trump declarou na terça -feira, 1º de julho, que não planejou estender discussões. Segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent, as negociações estão se concentrando em 15 a 18 acordos com os principais parceiros.
Venda no início de abril, apenas dois acordos foram assinados: um com o Reino Unido e outro com o Vietnã. Também foi alcançado um acordo com a China para reduzir as tarifas exorbitantes que os dois países impuseram um ao outro. Tarifas de “30% ou 35%” podem ser impostas a impostos do Japão, em comparação com a taxa de 24% anunciada em abril, depois que Trump criticou Tóquio no final de junho por se recusar a se comprometer a comprar arroz americano. O Comissário Europeu de Comércio, Maros Sefcovic, deve -se em Washington nesta semana para tentar estender um acordo que reduzisse as barreiras aduaneiras dos EUA em setores -chave, como automóveis e aço.
Após o choque inicial dos anúncios tarifários do presidente dos EUA, foram seus Mary sobre a política de comércio que o Invesor instável. Esse clima de incerteza leva as empresas a adiarem investimentos, arriscando uma desaceleração econômica. Refletindo essa perda de confiança, o dólar registrou seu pior desempenho em 50 anos na primeira metade do ano. O índice do dólar, que mede a moeda dos EUA contra uma cesta de outras moedas importantes, caiu 10,8% nos primeiros seis meses do ano.
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Fonte: Le Monde








