FAKE NEWS OU FAKE DEMOCRACIA? O AVANÇO DO MEDO POLÍTICO NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS

Cresce no país o debate sobre os limites entre liberdade de opinião e proteção das instituições. Enquanto parte da sociedade acusa o sistema de silenciar divergências políticas, propostas como a chamada PEC das Fake News reacendem discussões sobre censura controle e segurança eleitoral. É nesse cenário que surge a discussão sobre a chamada PEC das Fake News.”
Quando opiniões políticas passam a ser tratadas como ameaça as instituições, abre-se um precedente perigoso: o de silenciar divergências de opinião política, não é isso Tarciso?
Comentarista e Publicitário
O que está em jogo nesta eleição vai além de projetos partidários: é a liberdade política do cidadão. Quando opiniões são vistas como ameaças às instituições, surge medo, autocensura e desconfiança. Isso cria um ambiente onde um lado fala livremente, enquanto o outro se sente vigiado e silenciado.
Imagine a esquerda disputando eleições sem presos ou exilados, sem ameaças do establishment. Agora, pense na direita: eleitores e candidatos perseguidos, exilados, condenados a 14-27 anos em julgamentos políticos, sem crimes comprovados, segundo imprensa e juristas. Eles não podem denunciar injustiças sem serem acusados de atacar instituições. Isso é democracia, ou pegadinha jurídica?
Nesse contexto, a PEC das Fake News, de Alessandro Vieira, preocupa muitos por limitar críticas e denúncias. Um povo silenciado não indica estabilidade, mas alerta. Esse é o método da esquerda para calar opositores via medo e censura, como Stalin, Castro e Xi Jinping.
A democracia se fortalece com vozes livres, não caladas. Talvez Vieira motive essa PEC por medo de bolsonaristas, que o veem como traidor — eleito com bandeira de Bolsonaro, mas depois apoiando condenações. Agora, enfrenta eleitores traídos, incluindo patriotas que protestaram nos quartéis e temem ser os próximos condenados, por lutarem por liberdade e o livre pensar, enquanto ele apoia as prisões.
Eleitores que se sentiram perseguidos, intimidados ou rotulados querem, agora, um representante que defenda com firmeza o direito básico de qualquer brasileiro: poder falar sem medo. Essa ideia, do livre manifestar bate de frente com a PEC de Alessandro Vieira que anda na contra mão dos eleitores democratas.
Salve-se quem puder.

Por: Tarciso de Araújo Souza

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