como filme com Looney Tunes escapou de cancelamento

Na época, a empresa optou por não lançar determinadas produções para obter benefícios fiscais. “Era mais vantajoso não lançar do que colocar o filme no mercado”, explicou Sadovski.

A prática, embora pouco visível ao público, afetou projetos de alto orçamento. “A gente está falando de um filme que custou entre US$ 80 milhões e US$ 90 milhões”, disse ele.

A situação começou a mudar quando reações internas e externas vieram à tona. Um dos profissionais envolvidos na produção publicou nas redes sociais que o filme era “incrível” e que ninguém o veria. O comentário ajudou a impulsionar uma campanha pela liberação.

“Teve gente fantasiada de Coiote na frente do estúdio pedindo para lançar o filme”, relembrou Sadovski. A mobilização teve efeito: uma distribuidora independente adquiriu os direitos de exibição.

Para Yuri Moraes, a expectativa é alta. “Eu gosto muito de Looney Tunes e a premissa é muito interessante”, afirmou ele.

No filme, o Coiote decide processar a Acme, empresa fictícia responsável pelos equipamentos que sempre falham em suas tentativas de capturar o Papa-Léguas. A produção mistura animação e atores reais, em linha com títulos como “Uma Cilada para Roger Rabbit” e “Space Jam”.

Fonte: UOL

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