Mais de metade das empresas a nível mundial já utilizam IA física de alguma forma, e esse número crescerá para 80% nos próximos anos, afirmou a Deloitte no seu estudo State of AI in the Enterprise, publicado no mês passado. Os usos incluem robôs, drones, dispositivos de inspeção, câmeras de segurança inteligentes, empilhadeiras e outras aplicações industriais.
“Os casos de utilização de IA física… em domínios controlados, como fábricas e armazéns, tendem a progredir muito mais rapidamente do que os casos de utilização em ambientes abertos do mundo real, onde os desafios e riscos são muito maiores”, afirmou a Deloitte no seu estudo.
As discussões sobre IA física têm se concentrado mais em pilotos e resultados reais, em vez de robôs futuristas “semelhantes aos Jetsons”, disse Francisco Martin-Rayo, CEO da Helios AI, que acompanhou conversas sobre a tecnologia no WEF em Davos. “A ênfase tem sido colocada na implantação em ambientes limitados: logística, agricultura, energia e indústria, onde a escassez de mão-de-obra e os ganhos de eficiência são hoje problemas muito reais”, disse Martin-Rayo.
Fonte: Computer World













