Ao comentar a carreira do ator, a colunista citou trabalhos anteriores ligados ao festival e ao Oscar. Ela mencionou a passagem de Bardem por Cannes e a premiação da Academia recebida por ele como coadjuvante.
Bardem já levou uma Palma de Ouro aqui, em 2011, por ‘Beautiful’, do Alejandro Iñárritu. Nunca levou o Oscar de melhor ator, ele levou o de Coadjuvante, por ‘Onde os Fracos Não Têm Vez’, em 2008, que também estreou aqui, em Cannes, em 2007.
Flávia Guerra, colunista, ao Filmes e Séries
Flávia descreveu o enredo de ‘El Ser Querido’ a partir do protagonista e do retorno do personagem à Espanha. Ela também apontou a presença do cinema como metáfora e a dinâmica familiar no centro da história.
Ele vive o Esteban, um diretor de cinema, olha só, de novo, o cinema como metáfora da vida nos filmes aqui em competição nesse ano, e que deixou a filha, que é fruto do relacionamento dele com a atriz do seu primeiro filme de sucesso, para trás, e a Espanha também, e foi construir uma carreira e uma nova família em Nova York. Ele tem dois meninos e uma mulher, e aí ele decide um dia voltar para a Espanha, chamar a filha dele, a Emília, que é vivida pela Victoria Luengo, que está ótima no papel, para estrelar o filme novo dele.
Qualquer semelhança aí com ‘Valor Sentimental’ é mera coincidência, os filmes não têm nada a ver um com o outro. É que, infelizmente, a história de pai ausente é uma coisa muito comum, e eu acho muito interessante que um diretor como o Rodrigo traga isso usando a metáfora do cinema e as relações de poder.
Flávia Guerra, colunista, ao Filmes e Séries
Fonte: UOL













