A Microsoft tem feito parte desse cenário de investimentos. Em apenas um exemplo, fez parceria com a G42, uma empresa sediada nos Emirados Árabes Unidos que O jornal New York Times observa, “está construindo uma indústria de inteligência artificial como alternativa às receitas do petróleo”. O acordo foi intermediado em parte pela administração Biden. Desde então, porém, o presidente dos EUA, Donald J. Trump, tem ajudado empresas de tecnologia, incluindo a Microsoft, a fazer também outros grandes negócios.
Instalações da Microsoft em risco no Médio Oriente
Como resultado, a Microsoft tem agora uma presença alargada em todo o Golfo, Israel e Médio Oriente, vulnerável a ataques de drones e mísseis. Em meados de Março, depois de o centro de dados de um banco iraniano ter sido atacado por via aérea, o Irão ameaçou atacar participações de empresas tecnológicas americanas, incluindo a Microsoft e outras.
Ele listou as participações que poderia buscar, incluindo infraestrutura de nuvem e data center da Microsoft em Israel, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Bahrein, bem como escritórios corporativos em Israel e nos Emirados Árabes Unidos. A Microsoft tem muito mais instalações do que as do Médio Oriente que também poderiam eventualmente ser visadas.
Fonte: Computer World













