Você pode não ter ouvido falar do ROCM da AMD. Ele (não oficialmente) significa Radeon Open Compute Platform – um acrônimo terrível – e é pronunciado “Rock ‘em”. Essa é uma maneira de os programas aproveitarem o poder de computação em uma placa gráfica em vez de uma CPU. Pense nisso como um acelerador de software, como a versão da AMD da NVIDIA CUDA. E está prestes a se tornar muito mais relevante.
O colaborador do PCWorld Will Smith conseguiu falar com Andrej Zdravkovic, vice -presidente sênior da GPU Technologies na AMD. Embora o ROCM seja relevante para aplicativos corporativos de “Iron Big Iron” em larga escala no momento, as últimas alterações estão tornando-o mais relevante para os usuários regulares do Windows.
Como assim? Bem, o novo quadril (interface heterogênea para portabilidade) SDK. É um pouco de molho especial que permite que programas projetados para usar o CUDA e sistemas similares explorem o poder do ROCM para alavancar as placas gráficas Radeon. E tem o potencial de ser um grande divisor de águas. Basicamente, qualquer programa local que precise de energia extra – desde os aplicativos de IA até a renderização do processamento de arquivos e além – podem se beneficiar disso, com apenas pequenos ajustes necessários para obter o código existente em funcionamento na maioria dos casos.
Confira a entrevista em vídeo completa acima para os Technical En e Out. E para mergulhos mais profundos na tecnologia PC mais recente, assine o PCWorld e a rede de nerds completos no YouTube.
Fonte: PC World












