“Se a Microsoft negociar o patrimônio líquido para acesso ao modelo estendido, está sinalizando um pivô pragmático da propriedade à alavancagem operacional”, disse Abhivyakti Sengar, diretor de prática do Everest Group. “Isso daria à Microsoft o domínio contínuo entre os aplicativos corporativos sem o ônus de influenciar a estrutura de governança cada vez mais complexa da OpenAI, especialmente se o OpenAI for transitir para uma corporação de benefícios públicos”.
A gigante da tecnologia de Redmond já integrou a tecnologia da OpenAI em sua linha de produtos, desde a pesquisa do Bing até os aplicativos do Office. Essa estratégia de integração ajudou a Microsoft a se posicionar como líder de IA, apesar de chegar relativamente tarde ao boom generativo da IA.
“Esta parceria renegociada ajudará ainda mais a Microsoft a aprimorar os recursos de IA do Azure, priorizando o acesso tecnológico sobre a equidade, fornecendo flexibilidade financeira para o OpenAI expandir suas soluções corporativas e operações de escala”, disse Charlie Dai, vice -presidente de analista da Forrester.
Fonte: Computer World













