As multinacionais de café lucram com a mão -de -obra forçada no Brasil, alega a ONG na queixa dos EUA

Pedro e José pensaram que estavam aproveitando uma oportunidade não expedida, sem perceber que estavam entrando em um pesadelo. No início de abril de 2023, os dois irmãos (cujos nomes foram alterados), residentes empobrecidos de Berilo, uma cidade no nordeste do estado de Minas Gerais, cruzaram caminhos com um recrutador oportuno que lhes ofereceu um café que colheu um café, marcado para começar no mês seguinte. O trabalho foi difícil, mas o pagamento era garantido. A dupla estava convencida.

Após 16 horas intermináveis ​​em um ônibus, eles chegaram finalmente à fazenda, 1.000 quilômetros ao sul. O que os esperava foi um choque: os trabalhadores eram criminosos em condições implantáveis ​​em barracos. O trabalho passou do amanhecer até o anoitecer, sem dias de folga, sem descanso, sem acesso ao saneamento e às vezes até sem água potável. Sob o pretexto de cobrir os custos de energia ou manutenção, o proprietário pagou a eles um salário reduzido a quase nada. Tais práticas são Tountamoun para uma forma moderna de escravidão.

Alertado por uma organização não-show (ONG), a polícia libertou os cativos após 40 dias. Foi um alívio para a vítima, mas um infeliz caso de comunicação horrivelmente no Brasil, onde o setor de café há muito é atormentado pelo uso generalizado de trabalho forçado. Este é o foco de uma queixa apresentada na quinta -feira, 24 de abril, com a Alfândega e a Proteção de Fronteiras dos EUA pelo ONG Coffee Watch.

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Fonte: Le Monde

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