Os melhores desempenhos vieram dos agentes com competências curadas, que obtiveram uma média de 16,2 pontos percentuais a mais do que os agentes sem competências, uma indicação de que a IA ainda não pode prescindir da intervenção humana. Mesmo assim, em 16 das 84 tarefas a orientação humana teve um impacto negativo nos resultados.
O desempenho variou amplamente entre os setores da indústria, com competências selecionadas tendo o maior impacto nas tarefas de saúde, mas apenas um pequeno impacto na engenharia de software.
Os agentes solicitados a gerar suas próprias habilidades não demonstraram nenhum aumento no desempenho, mostrando que a IA ainda requer alguma orientação humana para realizar o trabalho.
Fonte: Computer World













