Sendo diferente
A outra questão é a diferenciação. A Apple é uma empresa de produtos e, para todo o tagarelice sobre inteligência artificial, a única coisa que importa é como a tecnologia pode se tornar parte de sua família de produtos. Se você olhar para os muitos recursos de inteligência de máquina existentes já em seus produtos, verá que a maioria desses suplementos hardware existente. Quando se trata de inteligência da Apple, para a Apple a estrela do norte deve ser a necessidade de garantir que continue a oferecer algo único.
Até certo ponto, fazer isso com a IA é fundamentalmente difícil, pois esse tipo de inteligência de uso geral acabará se tornando um bloco homogêneo de diferentes modelos usando dados semelhantes (todos os dados do mundo) para informar respostas a questões semelhantes.
Com essa inevitável homogeneização, os serviços de IA ainda podem se tornar utilitários, em vez de produtos diferenciados. Portanto, poderia fazer sentido para a Apple evitar o desenvolvimento de sua própria IA de uso geral, resolvendo criar soluções específicas que funcionam de maneira muito mais eficaz para casos de uso específicos e confiando em parcerias com essas empresas emergentes da AI-A-A-Serviço (AI-ASS?). Esse parece ser o caminho da inteligência da Apple.
Fonte: Computer World












