A Amazon inventa outro robô – desta vez com sentimento! – Computerworld

Se você está familiarizado com meus pontos de vista sobre a antropomorfização (ou seja, “humanizando”) de robôs e IA, você pode adivinhar o que estou prestes a dizer. A Amazon diz que seu robô Vulcan pode parecer (sem aspas). Isso não é verdade.

Quando um robô como Vulcan “sente” alguma coisa, ele usa sensores que medem força, pressão e, às vezes, textura ou forma, transformando esses sinais em dados que a IA pode interpretar. Os sensores da Vulcan são incorporados em sua garra e articulações; portanto, quando toca ou agarra um objeto, detecta quanta força está aplicando e os contornos está encontrando. Os algoritmos de aprendizado de máquina ajudam a Vulcan a decidir como ajustar sua aderência ou movimento com base nesse feedback.

Por outro lado, uma pessoa sente com uma rede de milhões de terminações nervosas na pele, especialmente na ponta dos dedos. Esses nervos enviam informações detalhadas e em tempo real ao cérebro sobre pressão, temperatura, textura, dor e até a direção da força. O senso de toque humano está profundamente conectado à memória, emoção, julgamento e consciência.

Fonte: Computer World

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